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Judiciário participa da 1ª Corrida pela Adoção

Judiciário participa da 1ª Corrida pela AdoçãoMais de 1,5 mil pessoas vestiram a camiseta da adoção e foram correr pela causa na manhã deste domingo . A 1ª Corrida pela Adoção  teve início às 8h, na Avenida Edvaldo Pereira Paiva, junto à pista de skate do Parque Marinha. A organização é uma parceria entre Poder Judiciário, Ministério Público, Prefeitura de Porto Alegre, Pais do Coração, Clube de Corredores de Porto Alegre e Banrisul.A Corregedora-Geral da Justiça, Desembargadora Denise Oliveira Cezar, prestigiou o evento e falou sobre a série de atividades realizadas pelo Judiciário durante a semana alusiva ao Dia Nacional da Adoção, celebrado nesse sábado . "Fizemos um trabalho extenso, desde palestras, na Jornada, que teve dois dias de duração. Ontem, o Dia do Encontro e, hoje, encerramos com chave de ouro com a Corrida pela Adoção. Aqui, o nosso objetivo é despertar em todas as pessoas a necessidade de pensar naquilo em que cada um pode contribuir para a adoção. Podem ser voluntários de todas as áreas, padrinhos afetivos e, por fim, tentar sensibilizar todas as pessoas que têm vontade de adotar, pensarem na flexibilização do perfil. Que pensem não apenas na possibilidade de adotar não só crianças pequenas, mas também adolescentes, jovens que desejam muito ter um pai e uma mãe", destacou.  Desembargadora Denise esteve no local, encerrando ciclode atividades alusivas à semana da adoçãoA competição foi realizada nas modalidades de 10, 5 e 3km, com duração de 1h30min.  Depois, foi a vez das crianças participarem do circuito infantil. O titular do 3º Juizado da Infância e Juventude da Capital, Juiz Charles Maciel Bittencourt, foi um dos participantes. "A visibilidade do evento é fundamental. O tema da adoção precisa ser cada vez mais pulgado. As crianças, muitas vezes, completam 18 anos em acolhimento, e as pessoas não refletem sobre isso: para onde elas vão? Se pudermos conquistar uma família para elas, é o mais relevante", afirmou o magistrado.Bittencourt revelou que, na Capital, o número de acolhimentos institucionais diminuiu, com o retorno de jovens às suas famílias de origem, bem como o número de adoções duplicou no último ano. "Estamos com uma equipe fortalecida, de magistrados e servidores, de entidades parcerias e com o trabalho forte da Corregedoria-Geral da Justiça. Estamos colhendo bons frutos e o futuro é promissor".Magistrados da área da infância também participaram da corridaA organizadora do evento, Promotora de Justiça Cinara Vianna Dutra Braga, comemorou a repercussão do evento e ressaltou a importância da reflexão sobre o assunto por toda a sociedade. "Temos 229 crianças e adolescentes que estão aguardando por uma família, em Porto Alegre. São quase 900 institucionalizados em 86 casas lares e abrigos. Algumas crianças não serão adotadas, nem voltarão para a família. Completarão 18 anos, deixarão o acolhimento e não terão ninguém por eles. Esses precisam do apadrinhamento afetivo. A gente precisa do engajamento de toda a comunidade para que eles possam ter a oportunidade de seguir como cidadãos de bem." EXPEDIENTETexto: Janine SouzaAssessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tj.rs.gov.br Publicação em Sun May 26 14:33:00 BRT 2019 Esta notícia foi acessada: 6 vezes.
26/05/2019 (00:00)
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