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Advogar e estudar em Portugal é tema do primeiro evento do ano na ESA/RS

Na tarde da quarta-feira (12), a Escola Superior de Advocacia da OAB/RS (ESA/RS) – com o apoio da Comissão de Educação Jurídica (CEJ), da Comissão do Jovem Advogado (CJA) e da Comissão Especial de Relações Internacionais e Integração do Mercosul (CERIIM) da OAB/RS – promoveu o evento “Advogar em Portugal? Estudar em Portugal? Diálogos sobre a advocacia, o sistema de justiça e as possibilidades de cursos de graduação e pós-graduação em Direito em Portugal”, com o intuito de aproximar e esclarecer a advocacia quanto a essa possibilidade na profissão. O primeiro evento do ano na Escola contou com mais de mil inscritos, EAD e presencialmente. O Diretor da Revista Eletrônica da ESA/RS, Alexandre Torres Petry, ressaltou que “O evento teve grande importância, ao trazer novas opções para a advocacia gaúcha, pois estudar ou atuar fora do Brasil é uma possibilidade atraente tanto para a advocacia como para juristas gaúchos”. O Presidente da CEJ, Matheus Ayres Torres, destacou a grande procura da advocacia pelo evento e o número de dúvidas que surgiram ao final. “A participação de quase mil pessoas demonstra o interesse dos advogados gaúchos em querer se qualificar, conhecendo mais a respeito da profissão em outros países. A ideia é realizarmos mais eventos nesse sentido, trazendo possibilidades em nossa área”. O professor da Universidade de Coimbra, João Pedroso, ressaltou acerca de vantagens sobre estudar em Portugal: “Estudar em um país estrangeiro tem sempre a aprendizagem de experiências diferentes. Para um aluno brasileiro, estudar, em Portugal, Direito ou Ciências Sociais sobre o Direito tem a vantagem da mesma língua, um sistema jurídico com semelhanças e abertura às experiências de aprendizagem no contexto da União Europeia”. “Advogar em Portugal, como em qualquer outra parte do mundo, significa estar pronto para uma luta empenhada pelos direitos. Portugal tem cerca de 30 mil advogados ativos para uma população de, aproximadamente, 10 milhões de pessoas. Logo, o mercado da advocacia é muito competitivo. Mas está aberto aos advogados que cumpram os requisitos de admissão da Ordem dos Advogados Portugueses (OAP) e queiram advogar em Portugal. As dificuldades serão muitas, mas os desafios serão interessantes”, ressaltou o professor. Pedroso ainda chama a atenção sobre a profissão no país: “O Direito em Portugal e no Brasil tem uma matriz similar. Mas o contexto de cada país, obviamente, fez evoluir a legislação, por vezes, em sentidos diferentes. Por exemplo, para os portugueses é inquestionável que tem de haver uma separação entre o juiz que preside os atos jurisdicionais em uma investigação criminal e o juiz que efetua o julgamento”.
14/02/2020 (00:00)
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